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"Olhai os Lírios do Campo"

..."A luz do corpo são os olhos;de sorte que,se os teus olhos forem bons,todo o teu corpo terá luz"...
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May 24

Uma grande obra!

 

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Memórias de um Suicida

 

Neste livro, o autor Espiritual – Camilo Castelo Branco, sob a orientação do Espírito Léon Denis – descreve a sua dolorosa experiência no plano espiritual após a desencarnação resultante de suicídio, transmitindo valiosos ensinamentos, especialmente aos que se deixam avassalar pela idéia de pôr termo à existência física. Evidencia a grandeza da misericórdia divina em favor de Espíritos de suicidas arrependidos, proporcionando-lhes a oportunidade do conhecimento do Universo e da Vida na sua integral dimensão, por meio de cursos proporcionados pela Espiritualidade Superior em que são estudados a Gênese planetária, a evolução do Ser, a imortalidade da alma, a Moral Cristã, dentre outros temas relevantes para a compreensão de que “– Nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos.” Recomenda-se não interromper a leitura após o impacto inicial provocado pela descrição das dramáticas cenas expostas, pois o livro também demonstra que há sempre um caminho de retorno, de reconstrução, para os faltosos arrependidos. Há sempre a Esperança, porquanto a reabilitação é sempre possível.


Médium: Yvonne A. Pereira
Espírito: Camilo Castelo Branco
Páginas: 688
Tamanho: 14x21 (cm).Editora FEB 

April 06

Pova da existência de Deus



Cientista prova a existência de Deus e ganha prêmio

Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês Michael Keller mostra que Deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios. Ele montou a sua metodologia a partir do chamado "Deus dos cientistas": o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo.

Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento - ou seja, sentia culpa.

Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso.

O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a "Teologia da Ciência". O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.

O que é a "Teologia da Ciência"? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo-se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse "buraco negro" entra Deus.

Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo? Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. "Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão", disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.

Keller montou a sua metodologia a partir do chamado "Deus dos cientistas": o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. "Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo", diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: "Mas o que existia antes desse átomo primordial?"

Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião - ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido.

Fonte: Elnet

   

March 16

D'os"anos dourados"

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Besame Mucho

Besame,
besame mucho
como si fuera ésta noche
la última vez

Besame,
besame mucho
que tengo miedo a perderte
perderte después

Quiero tenerte muy cerca
mirarme en tus ojos
verte junto a mi
Piensa que tal vez mañana
yo ya estaré lejos,
muy lejos de ti

Besame,
besame mucho
como si fuera ésta noche
la última vez

Besame,
besame mucho
que tengo miedo a perderte
perderte después

March 11

Nenhum homem é uma ilha...

 

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Nenhum Homem É Uma Ilha...

“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem enfraquece-me, porque sou parte da humanidade. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. 

              John Donne

           Hemingway escreveu seu “For Whom the Bell Tolls("Por Quem os Sinos Dobram") tendo por base esse poema.

March 04

"O tempo é o senhor da razão"


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Aguarda o tempo

    Aconteceu talvez o que não esperavas. O lado contra te ironiza. O sentimento ferido te aborrece.

    Entretanto, reflete nas bênçãos que a Divina Providência já te concedeu e procura sorrir.

    Não te indisponha com ninguém. Continua trabalhando e servindo em paz.

    Aguarda o tempo, na certeza de que pelas circunstâncias da vida, nas páginas do tempo, é que se manifesta, mais claramente, a voz de Deus.

    Emmanuel e Chico Xavier

February 22

Machado de Assis

Um Apólogo

Machado de Assis

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Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

— Deixe-me, senhora.

— Que a deixe? Que a deixe, por que? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

— Mas você é orgulhosa.

— Decerto que sou.

— Mas por que?

— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

— Também os batedores vão adiante do imperador.

— Você, imperador?

— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

Estavam nisto, quando a costureira chegou a casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...

A linha não respondia nada; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe?

— Ora, agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela, e ela é que vai gozar a vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam fico.

Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

www.aaldeia.net

January 14

Vencendo a solidão.

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Vencendo a solidão
I
As cidades estão ficando mais populosas e com os avanços tecnológicos na área de comunicação cada vez mais nos relacionamos com mais pessoas.Mesmo assim, o sentimento de solidão têm crescido a cada dia e milhões de pessoas sofrem com isso em todo o mundo.A solidão,porém, não é um problema dos que moram sozinhos ou das pessoas solteiras.
II
A solidão já está na essência do ser humano.O homem é um ser único.Todos nós temos um sentimento de solidão que é normal.Andamos por caminhos e pensamentos únicos e, de tão singulares que somos,será impossível termos supridas todas as nossas carências emocionais.
III
O que ocorre é que muitas pessoas transformam essa solidão normal em um estado de isolamento doentio.Ou são compelidas,em razão da depressão que campeia,a esse estado de espírito.A baixa estima levam-nas a abandonarem-se a si mesmas,por não conseguirem lidar bem com seus sentimentos,desprezam-se,sentem-se excluídas de grupos e incapazes de fazerem amizades.
IV
É preciso fugir dessas idéias de autodesprezo.Compartilhar a vida é uma sensação muito boa e compensadora.Precisamos aproveitar o tempo em que temos uma família ao nosso redor para nos achegar e desenvolver um relacionamento profundo e significativo.Não podemos ter medo de fazer amizade e nos relacionar de forma sadia e amiga.
V
Os tempos de solidão vêm e vão.Podemos vencê-lo buscando fazer algo por alguém ou alguma atividade que preencha o nosso tempo.A maior força em tempo de solidão é a lembrança de nunca estamos desamparados porque temos DEUS ao nosso lado.Sempre.
 
H.S.G. publicado originariamente em www.paoevida.com
January 07

12 anos sem Frei Agatângelo do Crato

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Em 2008,12 anos sem meu irmão...

Frei Agatângelo de Crato-Ceará, Macerata-Itália, 22 de fevereiro 1996, sacerdote. Amigo alegre e sincero com todos. Na Província Capuchinhos- Bahia/Sergipe ocupou cargos de responsabilidade, inclusive aquele de Diretor da Rádio Sociedade de Feira de Santana, Bahia. Em seguida, cansado, pediu para ficar na Província das Marcas (Italia). Aí, no Santuário Internacional de Loreto, distinguiu-se pelo estudo, oração e como confessor preferido. Pelo estudo, muito cooperou na tradução para o português, da “História dos Capuchinhos no Brasil”, escrita pelo competente historiador Padre Pietro Regni. Acometido de uma implacável doença, foi internado na enfermaria provincial onde, bem preparado espiritualmente, terminou os seus dias assistido pelo então Provincial Frei Urbano de Souza. A pedido do povo lauretano, o bom Padre Agatángelo brasileiro, assim o apelidavam, foi sepultado no campo santo de Loreto. Mesmo pertencente a esta nossa Provincia, escolheu permanecer na das Marcas que sempre amou dizendo: “na casa da mãe o filho sente-se feliz”.

No século,Frei  Agatângelo foi Ambrózio Bezerra Lobo.Faleceu aos 68 anos de idade e 49 anos de vida consagrada.

"Dai-lhe Senhor o descanso eterno,e para sempre brilhe sobre ele a vossa luz."

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Homenagem dos parisienses a Dom Pedro II

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Homenagem dos parisienses a D.Pedro II
 
Destronado por um golpe militar(15 de novembro de 1889), e banido do Brasil,D.pedro II viveu o restante dos seus dias no modesto hotel Bedford(hoje um elegante e confortável hotel  quatro estrelas, na capital da França).Seu falecimento ocorreu no dia 05 de dezembro de 1891,em Paris.Às suas exéquias acorreram mais de duzentos mil franceses que lhe prestaram um funeral com todas as honras devidas a um chefe de Estado.
Hoje,no centenário hotel Bedford,há uma placa homenageando o homem íntegro que, pensando no seu país, recusou do governo provisório republicano,à época,a título de subsídios,o equivalente a quatro toneladas e meia de ouro!
A placa que o homenegeia  tem insculpida a seguinte inscrição:
"Nesta casa viveu seus últimos dias o Imperador do Brasil,Dom Pedro II,grande patriota,protetor das ciências e das artes, e amigo do seu povo."
placa_Bedford
veja:www.brasilimperial.org.br
 
December 10

Um Inimaginável Grito de dor!

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 Barbárie

 

No dia 3 de outubro de 1994, há treze anos,portanto,o jornal "O Povo",de Fortaleza,publicou na página do leitor,a seguinte carta do meu amigo Amílcar Lobo:
"Assisti terrificado,via satélite,pelo "Jornal da Cultura"(dia 7.09) a circuncisão, por um barbeiro(?!),de uma menina egípcia de dez anos.-Ingênua.,desconhecendo a violência a que seria submetida,sorria para os familiares e circunstantes ao adentrar a sala onde,momentos após,seria verdadeiramente imolada.Amputaram-lhe sem quaisquer cuidados de assepsia ou aplicação de anestésico,o clitóris.A crueza inominável da cena me provocou arrepios de profunda comoção.Não pude deixar de pensar,naquela ocasião,na minha filha de oito anos,que, por graças de Deus,e para alívio meu,não nasceu naquela parte do mundo...
O corpo e a alma da pobre menina egípcia jamais esquecerão o ato de selvageria daquele momento.Seu choro convulsivo de dor física permanecerá no seu dia-a-dia,ao lado da dor moral;e a mulher que desabrochar -depois- viverá para sempre a frustração do desejo  que não encontra ressonãncia na carne...Chocado,faço-me uma interogação:Não podemos fazer nada para que essas imolações continuem?"
 
Lamentavelmente,meu caro Amílcar,essas imolações,a pretexto de ritual religioso,de preservar a mulher do "pecado" do sexo,permanece em muitas nações islâmicas do grande continente africano e de tantas outras asiáticas.Ontem mesmo(9.12.07),eu revi cena idêntica,com outra criança,via satélite,através de um outro canal de televisão.Chocante.-MEU DEUS!!!
 
Vinte e seis países muçulmanos,na África e na Ásia,por razões culturais e religiosas,com base no Islã,praticam a mutilação genital,com a excisão do clitóris.Entre eles:Egito,Sudão,Nigéria,Moçambique , Quênia, e algumas nações da península arábica.
 
 

December 09

O valor de um amigo.

                                                                                                     

 

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Valor de um amigo

- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor, solicito permissão para ir a buscá-lo, disse um soldado ao seu tenente.

- Permissão negada, replicou o oficial. Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto.

O soldado, ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadaver de seu amigo.

O oficial estava furioso:

- Já tinha dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens! Diga-me: Valeu a pena trazer um cadáver?

E o soldado, moribundo, respondeu:

- Claro que sim, senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pôde me dizer:

"Tinha certeza que você viria!"

"Amigo é aquele que chega quando todo mundo já se foi."

Nos dias de hoje eu me pergunto:onde estão os amigos?

December 01

Casamento: uma visão

 

 


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Casamento: amor romântico não basta 
 
O amor romântico por si só não basta. Mas o amor crístico (não no sentido místico da palavra), expresso em Jesus e na primeira carta de Paulo aos Coríntios,é bem mais robusto, pois implica o respeito, paciência, tolerância, compreensão, misericórdia, esperança, cortesia, maturidade, não é imediatista, mas possui aquele" jogo de cintura" com capacidade para negociar, dialogar, sofrer o dano de algo para poder ganhar algo melhor e superior, que concede disposição e discernimento para tomar a decisão de perder a curto prazo para poder ganhar a médio e longo prazo; aquele tipo de amor que não é invejoso, ciumento e nem egoísta, um amor que não está predisposto a suspeitar o mal, mas que concede o benefício da dúvida. Repare, então, que este tipo de amor nunca está só, pois sempre vem acompanhado de todas estas virtudes mencionadas pelo Apóstolo Paulo, pois é ele mesmo a base de todas as demais virtudes. Tal amor é que é poderoso para avivar e sustentar a relação. Mas de fato, o amor do tipo apenas paixão e romance não é capaz de "dar conta do recado".
Vivemos em dias difíceis para o casamento. Temos de muitas mudanças bruscas. Creio que somos a geração que tem experimentado o mais drástico período de mudança em toda a história da humanidade. O Casamento e a família têm sofrido muito os efeitos de tantas mudanças. Tudo é ainda muito confuso. Não significa que todas as mudanças sejam de natureza má. Por exemplo, acho muito bom ver a mulher conquistando mais e mais o seu espaço. Mas mesmo algo bom como avanços nas questões da igualdade dos direitos e oportunidades para as mulheres traz consigo elementos complicadores e desafiantes para a já difícil e confusa relação amorosa e familiar.
Os jovens estão se casando cada vez mais tarde.  Para muitos a carreira profissional vem em primeiro lugar. Com a revolução sexual, os jovens não precisam mais casar para terem sexo e, até mesmo, filhos. A família está ficando em segundo plano. Já não há o mesmo interesse pelo casamento.  E o próprio casamento vem perdendo sua estabilidade. A mentalidade utilitarista é a que está em voga. As pessoas chegam para o casamento pensando "o que é que eu levo do casamento?" e não "o que é que eu levo para o casamento?" Individualismo, egoísmo e imediatismo nunca estiveram tanto em alta. Diante dos obstáculos a felicidade pessoal, nenhum sacrifício é feito em favor da felicidade coletiva, o que acabaria até trazendo dividendos futuros para a própria felicidade pessoal.
Bem, o quadro não é nada animador, mas há esperança sim. Ainda existem pessoas legais! Existem pessoas que estão em busca de uma relação duradoura. Creio até mesmo que Deus tem alguém especial para cada um de nós. Uma espécie de" alma gêmea", ou seja, alguém com identificação conosco. Acho que a gente vai reconhecer quando estiver diante da pessoa certa. Bilha uma luz! Mas existem perigos.  O coração é enganoso e a paixão pode cegar. Pressa e muitos outros fatores podem atrapalhar o discernimento. É importante conhecer bem a pessoa, ver se há afeição, afinidade, e ter oportunidade para checar bem a questão do caráter. É importante que haja conflitos para ver as reações diante das crises e para testar a capacidade de diálogo, entendimento, superação e restauração.
O Senhor e as Leis inexoráveis da Vida sabem o que é melhor para cada um de nós. Tudo no Universo tem uma razão específica de ser.Nós é que não temos a visão e a compreensão do todo. Devemos, pois, confiar e descansar no cuidado amoroso do Pai e seguir nosso caminho, seguro de que todas as demais coisas nos serão acrescentadas. Confiar na bondade e sapiência de Deus a ponto de entregar o nosso futuro  nas mãos dele,-sem renunciar ao nosso livre-arbítrio,-  é a melhor coisa que uma pessoa pode fazer.
 
Publicado,originariamente,no blog "M" de mulher,sem identificação do autor. 
 

Mosaico

 

sem título

  

 

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.

Vinícius de Moraes

                                                                                                                          

 

Não acredites que a tua verdade possa ser encontrada por algum outro.

André Gide

 

 

Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!

Mário Quintana

 

Passamos uma época da vida colecionando emoções,e outra, colecionando saudades.

Paulo Bomfim

 

Há duas maneiras de espalhar a luz: ser a vela ou o espelho que a reflete.

Edith Wharton

 

Considero o conhecimento de si mesmo como uma fonte de preocupações,de inquietações e de tormentos.Tenho-me freqüentado o mínimo possível.

Anatole France

 

Para suportar as aflições dos outros,todo mundo tem coragem de sobra.

Benjamin Franklin

 

O que conduz o mundo é o espírito e não a inteligência.

Saint-Exupéry

 

Quem caminha descalço não deve semear espinho.

G.Hebert

 

O mundo está cheio de pão bolorento travestido de belas violas .

Amílcar Lobo

 

Na raiz de quase todas as misérias materiais,e sobretudo morais,está uma falta de amor,uma fome de afeição que não foi satisfeita.

Georges Arnold

 

O prazer muitas vezes nos visista;mas a mágoa agarra-se cruelmente em nós.

Keats King

 

Está bem,Deus é brasileiro.Mas para defender o Brasil de tanta corrupção só colocando Deus no gol.

Millôr Fernandes

 

A solidão já está na essência do ser humano.O homem é um ser único.Todos nós temos um sentimento de solidão que é normal.Andamos por caminhos e pensamentos únicos e, de tão singulares que somos,será impossível termos supridas todas as nossas carências emocionais.

Joana de Ângelis

 

Os olhos são a luz do corpo;de sorte que,se os teus olhos forem bons,todo o teu corpo terá luz;se,porém os teus olhos forem maus o teu corpo será tenebroso.Se,portanto,a luz que há em ti são trevas,quão grande serão essas trevas!

Jesus,O Cristo 

 

 

 

Garcia Lorca Vinícius de Moraes Florbela Espanca Keats King Millor Fernandes Pascal Emmet Fox 

Jesus,O Cristo...

 

  

 

 

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Barack Hussein Obama

Negro.Filho de pai muçulmano.Mãe branca e padrasto asiático e,  tudo indica,futuro presidente dos E.U.A.

Quem diria?!

 

  

 

   

November 25

COMO JESUS LIDAVA COM AS MULHERES?

 

 


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                                                                 Como Jesus lidava com as mulheres?

                                                                                                          Na época de Jesus a mulher não era mais do que uma propriedade do seu marido. Este possuía servos, propriedades e a mulher. Ela era considerada pecadora e mentirosa por natureza. Seu testemunho em um julgamento era considerado de pouco valor.

Após a ressurreição, foi às mulheres que Jesus apareceu primeiro. Elas correram e contaram aos apóstolos. Mas estes não as levaram a sério. Era o testemunho de mulheres, e mulheres eram influenciáveis e pouco confiáveis. Mas Jesus confiava nelas.

Também foi para uma mulher que Jesus primeiro revelou, de modo claro, que era o Messias. Ele escolheu uma mulher, não judia e discriminada, para se revelar. Ele estava na região da Samaria, junto a um poço d’água, quando uma samaritana se aproximou deste poço a fim de retirar água. Jesus pediu a ela um pouco de água.  A mulher ficou surpresa, porque judeus não usavam copos, pratos e talheres que tivessem sido usados pelos Samaritanos ou por pagãos (pois os consideravam impuros). Mas Jesus usava, pois Ele não era prisioneiro dos preconceitos de sua época. Em troca da água Jesus ofereceu seu conhecimento e se revelou o Messias.

O que mais impressiona neste ato é que Jesus lida com a Samaritana sem preconceitos raciais, culturais ou sexuais. Ela é um ser humano, e como tal merece conhecer e viver a palavra de Deus. Jesus reconhece que o que nos separa é o preconceito e que a palavra de Deus não deve ficar prisioneira dos preconceitos. Ela é para TODOS.

 

Leia a interessante opinião de Aleksandr Mien (A) e depois aprenda um pouco como era a vida das mulheres naqueles tempos (B).

(A) “Para Sócrates, a mulher era um ser estúpido e enfadonho. Buda não permitia nem que seus seguidores olhassem para as mulheres. No mundo pré-cristão, as mulheres quase sempre não passavam de servas mudas, cuja vida só conhecia o trabalho extenuante e as obrigações de casa. Não é à-toa que uma oração judaica dizia: "Agradeço-te, ó Deus, por não me teres feito mulher"...

Foi Cristo quem restituiu à mulher a dignidade humana que lhe fora tirada, o direito de ter exigências espirituais. A partir dele, o lugar da mulher não se limitou mais ao lar doméstico. Por isso, no grupo dos seus seguidores mais íntimos vemos muitas mulheres, principalmente galiléias. Os Evangelhos transmitiram o nome de algumas delas: Maria Madalena, que Jesus curara de "sete demônios", Salomé, mãe de João e Tiago, Maria de Cléopas, prima ou irmã da mãe de Jesus, Suzana e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes Antipas. As mais ricas sustentavam a pequena comunidade com seus bens, mas Jesus não queria que o papel delas se restringisse apenas a isso.

Durante visita a Jerusalém, Jesus estreitou amizade com a família de um tal de Eleazar, ou Lázaro, que vivia com as irmãs Marta e Maria em Betânia, pequena cidade da periferia da capital. Jesus gostava muito da casa deles, e para lá se retirava freqüentemente, quando queria descansar. Certa vez, estando com eles, Marta andava afobada, preparando algumas coisas para o hóspede, enquanto Maria, sentada aos pés do Mestre, escutava. Após ver isto, a irmã mais velha disse a Jesus:

- Senhor, não te importas que minha irmã me tenha deixado sozinha a fazer o serviço? Diz-lhe que me venha ajudar.

- Marta, Marta - disse-lhe Jesus - tu te preocupas e te agitas por muitas coisas. Mas uma coisa só é importante. E Maria escolheu justamente a melhor parte, que não lhe será tirada.

... Mais tarde, na hora da provação, as primeiras mulheres cristãs não abandonarão Jesus, como os discípulos homens. Elas estarão com Ele no Gólgota no momento da morte, acompanharão o seu corpo até o lugar da sepultura, e é a elas que será revelado o mistério da ressurreição em primeiro lugar.

Portanto, o Evangelho rompeu com todas as barreiras que desde sempre dividiam os homens.  ..." (do livro: Jesus, Mestre de Nazaré, pág.105,106)

 

(B) Um pouco de história:

- Uma mulher judia sair de casa sem cobrir a cabeça era considerado ato tão ofensivo ao marido que este tinha o direito de repudiá-la e separar-se dela (sem direito algum para a esposa).

- O homem bem educado jamais poderia se encontrar a sós com uma mulher.

- Se a mulher fosse casada o homem deveria evitar olhá-la ou saudá-la.

- Um pai podia vender sua filha como escrava, após ela ter completado 12 anos. Fato pouco comum, mas que servia para manter a submissão feminina.

- As filhas tinham que ceder os principais lugares para os filhos e, inclusive, permitir que eles passassem primeiro pelas portas das casas. Em muitos lares os filhos eram incentivados a usar sua força contra as filhas a fim de irem aprendendo a dominar as mulheres.

- As mulheres não tinham acesso ao ensino religioso e eram deixadas à parte nos cultos.

Muitas outras opressões existiam contra as mulheres. Imagine a coragem de Jesus ao conversar com elas, instruí-las e tratá-las com dignidade.

" Samaritanos não eram pagãos, mas, uma vertente do judaísmo; um judaísmo gnóstico com muita coisa de mediunismo; acreditavam em *eons* que são os nossos *espíritos*; converteram-se em massa a João Batista e ao cristianismo. Samaritanos tiveram capital importância no cristianismo [fonte, BROWN, Raymond, "A Comunidade do Discípulo Amado]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

November 24

CONTRA o AMOR

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Contra o amor:Uma polêmica
livro de
Laura Kipnis
 
Por que a sociedade continua a idealizar as relações amorosas duradouras e monogâmicas quando as brigas,as separações,o divórcio,a infidelidade e os casamentos infelizes são cada vez mais comuns? Nesta polêmica análise reavaliando o amor, os custos emocionais e os impasses dos relacionamentos afetivos  contemporâneos,Laura Kipnis nos faz entender que uma pessoa não pode entender todas as nossas necessidades e desejos por toda a vida.Diante disso,inevitavelmente nos encontraremos  entediados e insatisfeitos com os nossos parceiros.Ainda assim o amor é um consenso.Uma força misteriosa e dominadora,com amplo poder sobre nossos pensamentos e decisões mais importantes.CONTRA O AMOR mostra que há algo de aterrador nessa unanimidade.Seria esse o único tema sobre o qual nenhuma discordância seria permitida? Sobre o qual só uma versão é admitida?Mesmo religiões mais rigorosamente organizadas tem seus heréticos;toda ideologia ,seus apóstatas,e as vacas mais sagradas sempre encontram seus açougueiros.Exceto o amor.Com habilidade de romancista,precisão terapêutica,determinação intelectual e coragem de visionários, Kipnis explora,com humor e seriedade,as regras e rituais do casamento e da domesticidade modernos.
 
 
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Laura Kipnis
Laura Kipnis,49,que ficou conhecida por colocar em cheque alguns dos conceitos mais sagrados da sociedade contemporânea,como o casamento e a monogamia,é professora da Universidade Northwestern,em Illinois,nos Estados Unidos.Laura diz que a forma como os relacionamentos fez com que o espaço da liberdade individual sucumbisse à tirania doméstica."O casamento se transformou numa prisão em que um cônjuge é o carcereiro do outro",ela diz.Apesar das opiniões contundentes a autora se declara uma romântica.
November 23

O Túnel...

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O Túnel e a Luz

livro de

Elisabeth Kübler-Ross

O que há de tão misterioso no momento da morte? O que sentem e vêem as pessoas que já tiveram a experiência de quase-morte? Como lidar bem com a idéia da finitude da vida? Como ajudar efetivamente as pessoas que estão morrendo?

Esses questionamentos, entre muitos outros, são assunto deste excepcional livro de Elisabeth Kübler-Ross, médica psiquiatra que dedicou toda a sua vida ao trabalho com doentes terminais. É com amplo conhecimento, profundo respeito e extremo amor que ela relata diversas experiências de quase-morte reais, extraordinárias e muito humanas.
Mais do que simplesmente tocar o leitor, despertando-lhe a curiosidade e a sensibilidade, "O túnel e a luz" o ajuda a refletir sobre a melhor maneira de viver, enquanto o leva a reconciliar-se com a idéia da morte.

Trata-se de um livro desvinculado de qualquer credo religioso, que mostra, de maneira sábia, os motivos para não se temer a morte e viver em plenitude.
Compilado das gravações de palestras proferidas por Elisabeth Kübler-Ross em vários países, possui linguagem agradável e coloquial, com textos que mexem com a alma.

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www.veruseditora.com.br


 

Elisabeth Kübler-Ross

Elisabeth Kübler-Ross, psiquiatra, ocupa lugar de destaque como autoridade das mais queridas e respeitadas no que se refere ao tratamento de pacientes em estado terminal.
Cursou medicina em Zurique, Suíça, local de seu nascimento. Em 1958, ano seguinte à sua graduação, mudou-se para os Estados Unidos e começou a trabalhar em um hospital onde ficou horrorizada com o tipo de tratamento dedicado aos pacientes terminais. “Eram marginalizados e enganados, ninguém usava de honestidade para com eles”, observou ela. Diante dessa realidade, decidiu agir de forma diferente: sentava-se ao lado dos pacientes e se punha a ouvi-los enquanto eles lhe abriam o coração.
Atenta aos padecimentos que sofriam, acompanhando-os nas várias etapas pelas quais passavam, foi aprendendo formas específicas e eficazes de prestar-lhes ajuda. Logo passou a fazer conferências, workshops e retiros destinados não apenas aos pacientes, mas também a profissionais de saúde, religiosos, professores, assistentes sociais, familiares e pessoas em geral que se conscientizavam da necessidade de se aprimorarem para atuar nessa área.
Elisabeth Kübler-Ross, profissional dedicada à valorização da vida, acreditava fundamentalmente que “as pessoas que vivem plenamente nunca terão medo de viver nem de morrer”.


 

November 21

MÃE,NÃO MATARÁS!!

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"Eu me sinto uma assassina"-Diz costureira.
 
Faz dois anos que Lúcia, 44, tem pesadelos com crianças queimando seu corpo todo. Ela acorda apavorada e imediatamente se lembra dos dois abortos que fez. No último, em 2005, quase morreu.
Com um filho de 24 anos e dois netos, ela se diz arrependida e culpada pelo que fez. "Eu me sinto uma assassina", afirma. "Não consigo nem chegar perto de algum bebê, que a culpa toma conta de mim."
A decisão de fazer os abortos, lembra Lúcia, foi tomada de supetão, sem muitas reflexões. Na primeira vez, quando tinha 35 anos, ela nem contou ao namorado que estava grávida.
"Decidi tirar o bebê sem fa
lar com ninguém. Não queria passar por tudo aquilo de novo."
O "passar por tudo de novo" a que ela se refere significava ter de criar novamente um filho sozinha. "Quando fiquei grávida do meu único filho, meu marido sumiu. Eu era novinha e tive de me virar para dar conta de educá-lo", conta.
Além de cuidar da criança sem nenhuma ajuda, ela teve de arcar com todos os gastos. Lúcia mora na periferia de São Paulo e ganha a vida hoje como costureira.
Decidida a abortar, conseguiu com uma amiga comprimidos de um medicamento para tratamento de úlceras que é usado como abortivo. "Paguei R$ 150 e não tive problema nenhum."
Há dois anos, Lúcia engravidou de novo e também resolveu pelo aborto. Dessa vez, porém, consultou o namorado, que também não quis a criança. Por R$ 290, ela conseguiu o remédio. Mas tudo deu errado.
A costureira começou a ter uma hemorragia interna e foi levada às pressas ao Hospital das Clínicas. O feto já estava com quase três meses. Ela ficou por dois dias no hospital e teve de se submeter a uma curetagem para a retirada dos restos do bebê. Em nenhum momento, Lúcia admitiu que tinha usado o abortivo. "Eu ia morrer, e ninguém ia saber do quê. Talvez algum médico tenha desconfiado, mas, até hoje, nem meu filho sabe, ninguém", diz.
"Além do medo que eu tinha da morte, temia ficar presa. Não queria ir para a cadeia por ter feito um aborto."  Ela escapou da prisão, mas não dos fantasmas que os abortos deixaram em sua cabeça. "Não sei se o pior é morrer ou viver assim." Se pudesse, afirma, teria levado as gestações adiante. "Não aconselho ninguém a abortar. Minha vontade é sair pelas ruas com cartazes dizendo "não façam aborto, tenham amor à vida"."
 
Da reportagem local
Veja,ainda,o site. www.brasilsemaborto.com.br
Partidos políticos brasileiros que adotam como bandeira adescriminalização do aborto:PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL(PCdoB),PARTIDO POPULAR SOCIALISTA(PPS),PARTIDO DOS TRABALHADORES(PT),Partido da Solidariedade-P-SOL e PCB(Partido Comunista Brasileiro)
   
 

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Aborto: aborte essa idéia!
 
November 02

Florbela Espanca(1894-1930)

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                                                                               Rústica                        
                                   Ser a moça mais linda do povoado,
                                                 Pisar,sempre contente,o mesmo trilho,
                                                 Ver descer sobre o ninho aconchegado
                                                 A bênção do Senhor em cada filho.
 
 
                                                 Um vestido de chita bem lavado,
                                                 Cheirando a alfazema e a tomilho...
                                                 Com o luar matar a sede ao gado,
                                                 Dar às pombas o sol num grão de milho...
 
 
                                                 Ser pura como a água da cisterna,
                                                 Ter confiança numa vida eterna
                                                 Quando descer à "terra da verdade"
 
 
                                                 Meu Deus,dai-me esta calma,esta pobreza!
                                                 Dou por elas meu trono de princesa,
                                                 E todos os meus reinos de ansiedade.
                                                                
                                                                           (Florbela Espanca)
 
 
 
 
 
 
November 01

Nana nenê

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Cantiga de Ninar

A cantiga de ninar, o acalanto, a cantiga prá fazer menino pequeno dormir(*), é procedimento, sem nenhuma dúvida, universal. lula -na Suécia, kalebka - na Polônia, berceuse - na França, cantilena ou nane na Itália, wiegezang - na Alemanha, lulle - na Dinamarca, rurrupatas - no Chile, cancion de cuña - na Espanha e em outros países da América Latina, lullaby - nos Estados Unidos e na Inglaterra, lullen - na Holanda, cantigas de mucuru - entre os nossos nhengatus, cantigas de arrolar - em Portugal e nos países africanos quando colonizados pelos lusitanos piesen - na Bulgária, kolybethnaia piecnh - na Rússia, cantec de legan - na Romênia, komoriuta -no Japão, e na boca de todas as mães do Mundo, as cantigas prá fazer azer menino pequeno dormir são um costume cuja idade é a mesma da primeira mãe quando pariu o primeiro filho. No começo, a cantiga de ninar não passava de simples melodia rudimentar, um rum-rum-rum gutural a meio tom para não acordar o marido cansado do trabalho diário e que as doces mães entoavam, vencidas pela fadiga, nas madrugadas sem fim, quando os filhos perdiam o sono. Mas ninguém sabe quem foi a primeira mãe que aconchegou seu filho de encontro ao seio, com a ternura própria das mães, e inventou essa cantilena que afugenta o bicho-papão, o boi da cara preta, o pavão que participam do mundo irreal de todas as crianças desde de ninguém sabe quando.

Muito embora não se tenha conhecimento de como, quando e onde surgiu a primeira cantiga de ninar, sabemos que o poeta romano Pérsio, no primeiro século da era em que vivemos, já falava de sua existência; , o mesmo acontecendo com outro poeta, Ausônio, também romano, que viveu no século IV depois de Cristo, que chegou a recomendar a Sexto Petrônio, que acostumasse seu filho a ouvir as estórias contadas por sua ama, bem como os acalantos.

Em seu Canções do Berço, J. Leite de Vasconcelos faz referência a Teócrito que viveu nos fins do século III e começos do século IV antes de Cristo, que ensinou a Alcmena uma canção de ninar para ela acalentar Herácles e Ificles, seus filhos gêmeos:

Dorme, meus meninos,
Um sono doce e brando.
Dorme, almas minhas,
Irmãos um do outro,
Filhos afortunados,
Repousai, felizes
E felizes chegai
Até amanhã, de manhã ...

Como acontece com todas as manifestações folclóricas correntes no Nordeste, a cantiga prá fazer menino pequeno dormir - menino chorão, manhoso, malcriado - também foi originária de Portugal, com exceção das cantigas de mucuru já entoadas pelos nossos nherigatus, antes de Pedro Álvares Cabral haver chegado por aqui. Mas, a maioria das cantigas de ninar mais conhecidas no Nordeste vieram no bojo das caravelas com as primeiras famílias portuguesas que chegaram na Terra de Santa Cruz.

A par de uma bagagem composta de baús, utensílios domésticos e agrários, cada português que aqui chegou trouxe, no seu coração, na sua lembrança, as cantigas de roda, os provérbios, os travalínguas, as superstições e todas as demais manifestações folclóricas próprias de seu mundo, manifestações que se eternizaram através de gerações que se sucederam durante séculos. Assim, os primeiros brasileiros foram embalados por suas mães portuguesas, sentadas em rústicas cadeiras de balanço, ao som de ternas e doces cantigas de arrolar.

Com a chegada do escravo africano e a consequente participação da mulher negra na vida familiar do colonizador português no Nordeste, as cantigas de ninar portuguesas foram, aos poucos, se adaptando aos costumes da região, permitindo tal adaptação que fossem feitas as mais variadas modificações não somente na letra como até mesmo na estrutura do verso, na construção da frase, na maneira de falar própria do linguajar de além mar. Podemos exemplificar o alegado neste acalanto de procedência portuguesa:

Vai-te, Côca, vai-te, Côca, Prá cima do telhado
Deixa dormir o menino Um soninho sossegado.

Foram feitas diversas modificações na cantiga de ninar mencionada. A Côca ou cuca - espécie de bicho imaginário criado e usado para fazer medo às crianças choronas que não querem dormir - só continua participando deste acalanto apenas no Sul do país, segundo Amadeu Amaral, o que não acontece com relação ao Nordeste, onde a côca, ou cuca foi substituída pelo pavão. E Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, no seu conhecido Novo dicionário da língua portuguesa, não registra o vocábulo côca mas cuca, significando bicho papão, coco, papagente, tutu, bitu, boitatá papa-figo.

E em lugar de "para cima do telhado", conforme consta do segundo verso do acalanto, a versão nordestina registra "sai de cima do telhado", de vez que, com a côca em cima do telhado fica mais difícil paro o menino poder dormir seu sono sossegado.

No que se refere à estrutura do terceiro verso, constatamos que a mesma foi alterada. Ao invés de "Deixa dormir o menino" usamos "Deixa o menino dormir".

Com as modificações constantes da adaptação à maneira nordestina de se falar, a cantiga de ninar tão portuguesa se nordestinou assim:

Chô, Chô, pavão
Sai de cima do telhado
Deixa o menino dormir
Seu sono sossegado ...

Assim, depois de nordestinado, o acalanto ficou mais doce.

    

 

October 14

Bom Senso..

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Reencarnação:As evidências científicas

O autor francês Léon Denis, no livro O Problema do Ser do Destino e da Dor, no capítulo XIV, intitulado as Vidas Sucessivas - Provas Experimentais, apresenta diversos relatos de regressão hipnótica em indivíduos sensitivos, denominados pelos pesquisadores “sujets”. As mais interessantes e volumosas pesquisas comentadas pelo autor são de Albert de Rochas que escreveu a preciosa obra Les Vies Sucessives.

Nas experiências desenvolvidas pelo pesquisador, conseguiu-se retroagir os “sujets” a diversas encarnações pretéritas e colher vasto material em termos de documentação.

Ian Stevenson catedrático de neurologia e psiquiatria na Universidade de Virgínia, EUA, escreveu a obra Twenty Cases Sugestive of Reincarnation. Na citada obra, o autor investiga inúmeros casos, mas seleciona vinte mais evidentes em termos do renascimento. Observamos o título cauteloso de “casos sugestivos...”

Na realidade, em todos os continentes, em dezenas de Universidades ou em instituições científicas de parapsicologia, psicobiofísica e outras áreas, se estuda e documenta a reencarnação.

O psicólogo clínico norte-americano Morris Netherton desenvolveu uma técnica denominada Terapia das Vidas Passadas. Há por parte de muitos psicólogos, inclusive do Brasil, a preferência pelo nome terapia de vivências passadas, para desvincular filosoficamente ou mesmo religiosamente do conceito de reencarnação. Isto por que os terapeutas têm como absolutamente desnecessário ou indiferente crer ou não crer nas vidas pretéritas para que o tratamento beneficie o paciente.

O Dr. Netherton, apesar da reação cética de muitos segmentos da Psicologia, tem logrado obter inúmeros adeptos entre profissionais sérios e competentes.

No Brasil, foi fundado o Instituto Nacional de Terapia de Vivências Passadas (INTVP), entidade de caráter científico-cultural, sem conotação ou vínculo religioso e filosófico de qualquer espécie.

A Terapia Regressiva de Vivências Passadas, para adaptarmos a denominação preferida pelo órgão oficial (INTVP), é um recurso psicoterápico que utiliza como método a regressão de memória, pelo qual o paciente permite que superficialize, ao seu consciente atual, ocorrências traumáticas do passado recente ou remoto (isto é, desta ou de outras encarnações), que estavam arquivadas ou bloqueadas no seu inconsciente gerando-lhe distúrbios psicológicos.

“A evidência das vidas passadas e sucessivas é facilmente detectável por esta técnica terapêutica”.

A TVP tem embasamento científico que é reconhecido por grande número de terapeutas, médicos ou psicólogos, conceituados e idôneos, do exterior e do Brasil.

Na realidade, regressão de memória já era praticada pelos egípcios 3000 anos antes de nossa era. No entanto, só após os trabalhos de Morris Netherton esta abordagem terapêutica se divulgou. No Brasil, só a partir de 1980 foi introduzida pelo casal Prieto Perez, através de ciclos de estudos, seminários para profissionais e Work-Shops realizados por Netherton, bem como a publicação do seu livro em português, “Vidas Passadas, em Terapia”.

O INTVP visa elaborar cursos de especialização para médicos, e psicólogos graduados no mínimo há um ano, devidamente registrados em seus Conselhos de Classe. Forma profissionais de alto nível, que atuam com conhecimentos sólidos na área de regressão de memória exclusivamente para fins terapêuticos.

Todo médico consciente está atento às conquistas que possam ampliar seus recursos técnicos. A existência de um novo método terapêutico obtendo resultados expressivos passa a chamar a atenção. Isto vem ocorrendo com a TVP.

Nesta terapia, observa-se que todo trauma psicológico o paciente associa a um dano físico ocorrido na vida anterior ou a um sofrimento psíquico que vivenciou em estâncias pretéritas, muitas vezes longínquas. Espírito ou mente com o corpo interagem constantemente e os registros permanecem nos arquivos espirituais ou seja, arquivos do inconsciente.

A evidência das vidas passadas e sucessivas é facilmente detectável por esta técnica terapêutica.

Quase invariavelmente, os pacientes chegam à conclusão de que seus tomentos mentais atuais podem ser explicados com precisão por uma situação física de uma encarnação pretérita.

Exemplificando: uma pessoa que possua importante fobia por alturas descobrirá, recorrendo a vidas passadas, situações em que sofreu muito ou morreu em decorrência de acidentes por queda de locais altos. As quedas das vidas anteriores poderiam ser interpretadas como criações ou fantasias do inconsciente,mas a evidência palingenésica maior está em função dos dados minuciosos fornecidos pelo paciente. À medida que ele descreve a situação não o faz maquinalmente, mas vivenciando intensamente, de forma emocional, em pratos, gemidos ou até gritos em certos casos.

O paciente regredido descreve a época, o lugar, as condições e a linguagem envolvendo os fatos ocorridos na vida anterior. Como os detalhes podem ser importantes no processo terapêutico, há riqueza de dados que podem ser recolhidos por esta técnica.

Todos os casos do livro Vidas Passadas, em Terapia são belíssimos, tanto do ponto de vista do aspecto palingenésico (reencanacionista), como sob o ponto de vista clínico. Citaremos, de passagem, apenas o caso de Henry Aiken, no capítulo 6, intitulado: Problemas Sexuais Masculinos. Trata-se de um caso, aliás muito comum, de ejaculação precoce. O paciente atribuía, inclusive, seus dois divórcios e a sua atual crise de casamento a esta dificuldade.

Durante as sessões de TVP, ficou evidenciada a sensação inconsciente, ou medo, de ser observado por outrem no momento do ato sexual. De forma aparentemente irracional, parecia que as relações necessitavam de ser rápidas, embora conscientemente não as desejasse desta forma.

Henry Aiken, regredido a vidas anteriores, vê-se como escravo negro, traficado na África e comprado na América, onde é escolhido como reprodutor. Obrigado a inúmeras relações sexuais por dia, rápidas e sob a ameaça de feitor, escuta a frase: Rápido! Rápido! Faz se quer continuar vivendo! Há, no relato do autor, uma infinidade de dados e correlacionamentos estabelecidos entre as situações psicológicas de Henry Aiken com seus traumas vivenciados nas vidas anteriores. Deixaremos ao leitor a surpresa de constatar os detalhes da história ao ler o livro citado. São surpreendentes e lógicos.

Há quem se refira à Parapsicologia como uma ciência que representaria uma outra tese a respeito da reencarnação. A Parapsicologia surgiu como herdeira histórica da Metapsíquica, cujo expoente máximo foi Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, Charles Richet, até o momento da premiação, considerado gênio. Posteriormente, pelo fato de seus trabalhos possibilitarem provar as realidades do mundo espiritual, a sobrevivência e a comunicabilidade dos espíritos, passou a ser considerado “precipitado” em suas conclusões.

A prudência e o temor à opinião do meio científico fez com que a Parapsicologia, ao retomar as investigações dos fenômenos inabituais e não explicáveis pelos nossos sentidos convencionais, criasse termos frios, sem qualquer conotação filosófica ou emocional para designar o que estava sendo investigado.

“Indivíduos travestidos de parapsicólogos dizerem às crédulas ovelhas, ingenuamente pastoreadas por eles, que a Reencarnação é “explicada” pela Parapsicologia.”

Assim, todos os fenômenos são englobados sob a designação de fenômenos psi ou paranormais. Psi é a letra grega escolhida como nomenclatura básica, nada mais. Os fenômenos foram inicialmente subdivididos e agrupados em dois blocos, até o surgimento de um tipo incômodo de fenômeno, que parecia perturbar os investigadores; os fenômenos ligados à morte ou aos mortos. Criou-se então um terceiro grupo para estudá-los.

O primeiro grupo de fenômenos Psi, os chamados Psigama, compreende aqueles que se caracterizam por efeitos mentais e não de manifestações físicas. São incluídos neste grupo de fenômenos todos aqueles que relacionam uma mente à outra, ou simplesmente percepções extra-sensoriais a nível mental. É usada a sigla ESP que significa Extra-Sensorial Perception .

Os fenômenos ESP são classificados em Psigama Tp ou Telepatia, Psigama Cv ou clarividência e Psigama Pcg ou Precognição, também conhecido como Premonição. Os fenômenos paralelos à Premonição são os de Retrocognição, que comentaremos mais adiante. Voltamos a chamar a atenção para uso das letras do alfabeto grego para as denominações técnicas, sempre na intenção de evitar conotações religiosas ou emocionais nos termos criados. Assim, Psigama é simplesmente a junção da letra psi à letra gama.

O segundo grupo dos fenômenos compreende aqueles ligados a efeitos físicos e recebe a designação de fenômenos Psikapa, nome resultante da fusão das letras psi e kapa, simplesmente. Os fenômenos do grupo Psikapa são basicamente a Psicocinesia ou Telecinesia, que seria a ação da mente sobre a matéria. A movimentação de objetos pela ação da força mental seria um exemplo. Cinesia é relativo a movimento. Tele, do grego, é relativo à distância e Psico se relaciona com mente ou alma.

O terceiro grupo que mencionamos se refere aos fenômenos ligados à morte ou aos mortos. Tanatologia é a ciência ou mais precisamente a disciplina científica que estuda os fenômenos da morte. A palavra Tanatos do grego se refere à morte, em função disto foi escolhida a letra Theta para este grupo de fenômenos, criou-se assim o termo Psitheta.

No entanto, a parapsicologia, apesar de denominar, classificar os fenômenos e ter contribuído muito para provar aos céticos a existência dos mesmos, demonstrando que não são produtos da imaginação de mentes férteis, no sentido pejorativo, nem da ingenuidade crédula, ou ainda simplesmente pura fraude ou engodo, não consegue explicá-los satisfatoriamente. A parapsicologia na realidade ainda engatinha, buscando se posicionar melhor.

“Este inconsciente coletivo, tal qual um saco de Papai Noel onde cabe potencialmente tudo que existe e existiu, realmente é demais para uns “pobres limitados” como nós”.

Cada fenômeno psi é apenas uma conseqüência, que deve ter uma causa responsável por ele. Como não se logrou obter uma causa claramente identificável, os parapsicólogos criaram o termo “função psi” para responsabilizar ou seja para dar uma causa a cada fenômeno.

Assim, é muito simples tapar o sol do esclarecimento com a “peneira furada” das denominações técnicas. Vejamos por exemplo a “explicação” parapsicológica para o fato de alguém ter lido a página de um livro trancado à chave em uma gaveta. Que fenômeno é este? Ora nos respondem os doutos, trata-se “apenas” de um fenômeno psigama do tipo clarividência. Mas o que é clarividência? Simples, trata-se da visão sem ser pelos órgãos visuais, extra-sensorial. Ela existe, está perfeita e cientificamente comprovada por testes que é um fenômeno real como todos os psigama.

Até aí concordamos plenamente. E quando fazemos a pergunta chave: A que se deve este fenômeno? Vem a resposta decepcionante: Deve-se “simplesmente” à função psi mais precisamente uma função de clarividência...

Quem escuta, parece estar tudo tão bem esclarecido como se cada fenômeno paranormal tivesse já uma causa definida. Não queremos ser excessivamente mordazes em nossa referência a Parapsicologia, e reconhecemos que há inúmeros cientistas sérios e dedicados, percorrendo a árdua trilha das investigações paranormais.

Paralelamente, no entanto, o que não podemos deglutir são indivíduos travestidos de parapsicólogos dizerem às crédulas ovelhas, ingenuamente pastoreadas por eles, que a Reencarnação é “explicada” pela Parapsicologia.

Assim como no exemplo da clarividência, onde o fenômeno já é aceito cientificamente, há apenas hipóteses parapsicológicas para as causas, as chamadas funções psi, responsáveis pelo mesmo.

No que tange à reencarnação, tivemos o espanto de escutar de passagem, um curioso diálogo:

- Como os parapsicólogos explicam a reencarnação?

- Muito simples, trata-se de um fenômeno do inconsciente.

- Como assim?

- O que ocorre é um fenômeno psigama, já estudado pela Parapsicologia. Mais precisamente, um fenômeno Rcg ou de Retrocognição, quando um indivíduo retroage mentalmente no tempo, ele capta algum tipo de informação que os adeptos da reencarnação dizem ter sido uma outra vida.

_ Por que ocorre este fenômeno, ou seja, qual a causa do mesmo?

- Simplesmente, devido a uma função parapsicológica chamada função psi. Esta função é mais precisamente uma função psigama Rcg.

- E como são obtidas as informações das vidas passadas?

- Fantasias do Inconsciente.

-Mas quando elas são tão minuciosas e precisas, podendo ser inclusive documentadas as vidas passadas? Ou ainda, quando fornecem dados preciosos e precisos sobre outras pessoas ou locais que não são do conhecimento de nenhum dos presentes?

- Todos nós temos o Inconsciente coletivo (?) que, como o nome indica, é intercomunicado a todos os outros inconscientes coletivos da humanidade de todos os tempos da história , permitindo que qualquer informação possa nos chegar. Até a vida de uma outra pessoa, existente em época remota pode ser captada e reproduzida em detalhes...

-(?)

Pois é... Depois somos nós os reencarnacionistas que vivemos em castelos imaginários!

Este Inconsciente coletivo, tal qual um saco de Papai Noel onde cabe potencialmente tudo que existe e existiu, realmente é demais para uns “pobres limitados” como nós.

Para alguns, nos porões do inconsciente temos um gênio oculto e adormecido que, se sacudido, o dorminhoco pode elaborar maravilhas... (Que saudades do jornalista Herculano Pires que assim já se expressava) !!!

A Retrocognição é considerada como um fenômeno paralelo à precognição. No tempo, tem o sentido inverso. Quando se profetiza, ou se prevê um acontecimento, está se projetando em nosso consciente algo de uma dimensão de tempo mais adiante, ocorrendo a premonição.

Na Retrocognição a mente sintoniza com os arquivos energéticos de fatos pretéritos seus e acessa os mesmos trazendo a nível do consciente atual as informações. Graças à retrocognição há uma infinidade de autores que passam a recolher dados concretos sobre a reencarnações passadas.

A Parapsicologia, portanto, longe está de ser a adversária temida pelos reencarnacionistas. Pelo contrário, temos muito a agradecer à ciência (séria ) pela documentação cada vez maior dos casos de reencarnação estudados.

A propósito, estes agradecimentos e louvores não são extensivos a todos aqueles que manipulam a terminologia técnica da Parapsicologia com finalidades outras que não as de esclarecer...

Dr. Ricardo Di Bernardi

Publicado originariamente n'O  Portal doEspírito.Observação:Ian Stevenson e Morris Nertheton são profitentes de religiões evangélicas.O primeiro é de origem presbiteriana;o segundo,metodista.

 
 
October 12

Torre de Babel

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O coração de uma criança
 
Um grande homem é aquele que não perde o seu coração de criança(Mêncio).
 
Vestimenta
O corpo é uma vestimenta sagrada.É a sua primeira e última roupa;com ele você entra na vida e com ele você sai dela,e deve ser tratada com honra.(Marta Graham)
 
Uma grande decisão
A decisão de ter uma criança é muito importante.É como decidir ter para sempre o coração andando fora do corpo.(Elizabeth Stone)
 
Raízes e Asas
Só existem dois legados que podemos ter esperança de deixar aos nossos filhos:um deles são raízes,o outro,asas.(Hodding Carter)
 
Compartilhe sua luz
Se você tem conhecimento deixe que outros acendam suas velas nele(Margareth Fuller).
 
Pães e lírios
Quando lhe restarem só alguns trocados no bolso,compre um pedaço de pão com a metade,e um lírio com a outra(Provérbio Chinês)
 
A tarefa mais difícil
Um ser humano amar a outro:talvez seja esta a mais difícil de todas as tarefas,o teste de provas últimos e fundamentais,o trabalho de que todos os outros trabalhos são apenas a preparação.(Rainier Maria Rilke)
 
Equilíbrio Yin e Yang
Nos anos '90 do século passado,Chris Griscom escreveu "A Fusão do feminino".Segundo ela,muitas pessoas sentem-se frustradas por imposições sociais e valores restritivos que determinam o que é masculino ou feminino.Essas imposições geram contradições,medos e problemas desnecessários aos indivíduos.Na verdade,diz Chris,somos masculinos e femininos ao mesmo tempo.
A autora sugere aos homens que aceitem a força do sexto sentido,das percepções e da energia yin.O mesmo vale para as mulheres que não exploram as potencialidades yang.O feminino e o masculino são polaridades separadas,mas energias que fluem, permanentemente,uma ao encontro da outra.
Psicóloga e escritora,Chris é fundadora do instituto da Luz e da Escola Nizhoni de Consciência Global,no Novo México(EUA).Ficou mais conhecida como guru de artistas como Shirley Mclaine.
 
veja: aalobo2008.spaces.live.com 
 
 

Aloisio (Bezerra)Lobo

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Nasci no sítio Buriti(ou Muriti),na então provinciana cidade do Crato,no Ceará. Há uma cidade com o nome de Crato em Portugal. Amei profundamente os meus pais e, igualmente,meus irmãos.Casei-me cedo com Hercília Sobreira Landim,com quem tive onze filhos.O que eu lhes dei de melhor foi a educação e o meu exemplo de trabalho,de fé em Deus e fé no Homem.Tive muitos camaradas,mas poucos e seletos amigos.Moço,saí do Crato e morei no Rio de Janeiro de antanho( tempos dos velhos carnavais,das marchinhas,dos bondes,das serenatas,dos cantores do rádio,dos coretos e das retretas,dos bailes elegantes e dos madrigais...).Pertenci aos quadros do ministério da saúde e morei por muitos anos em Exu,terra de Bárbara de Alencar,do Barão Guálter Martiniano de Alencar(que inspirou o "Barão" da novela "Sinhá Moça") e de Gonzagão.Saudoso do Ceará, residi em Fortaleza.Sou emotivo,gosto do belo,tenho especial predileção pela poesia de Jesus(Veja em listas abaixo e, no blog, post sobre o Mestre Incomparável)
.Muitos autores e suas diversas obras.
Indique-os aos seus filhos, crianças e adolescentes, de acordo com a idade de cada um.São tesouros eternos.
Uma garrafa de vinho meio vazia também está meio cheia; mas uma meia mentira nunca será uma meia verdade (Jean Cocteau).
Uma nova era para a humanidade.
Aqui,com certeza,você vai encontrar uma matéria interessante.Click,veja e leia!
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O depoimento de grandes personalidades de todos os tempos sobre JESUS,o príncipe da paz: